FISIOCRACIA SMITH RICARDO MARX PDF

They circumvented this rule through freedmen proxies who sold surplus agricultural goods. Le Pesant asserted that wealth came from self-interest and markets were connected by money flows i. In the late Roman Republicthe dominant senatorial class was not allowed to engage in banking or commerce [6] but relied on their latifundialarge plantations, for income. The flow of production and cash between the three classes originated with the proprietary class because they owned the land and bought from both of the other classes. However, for the physiocrats, only agricultural labor created this value in the products of society.

Author:Malabei Visida
Country:Algeria
Language:English (Spanish)
Genre:Software
Published (Last):9 August 2006
Pages:56
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Outros pontos de grande destaque em seus estudos foram a origem da renda, o valor das mercadorias, as relaes de troca, a criao e distribuio da riqueza na sociedade, a diviso do trabalho e a gerao do excedente econmico. Smith e Ricardo formularam teorias visando explicar qual seria a melhor forma de os pases manterem relaes comerciais internacionais.

Foi neste perodo que comearam a surgir os grandes pensadores e estudiosos que viriam a formular teorias que tentavam explicar a realidade econmica da poca partindo da observao da realidade que vivenciavam.

Neste contexto, surge a Escola Fisiocrtica, com origem francesa e que defendia a existncia de uma ordem natural, com base na qual a sociedade deveria ser organizada. Os fisiocratas acreditavam que somente a agricultura que poderia gerar um excedente e assim formularam suas teorias partindo do princpio da agricultura como centro da gerao de riqueza na sociedade.

Uma grande evidncia do destaque dado pelos fisiocratas agricultura o seu Tableau Economiqu, em que mostravam atravs de um diagrama a distribuio da renda pelas trs classes da sociedade, sendo que no final a renda retornava aos proprietrios de terras. Posteriormente surgem Adam Smith e David Ricardo dando incio Escola Clssica e propondo grandes alteraes ao que havia sido exposto at ento pelos fisiocratas e mercantilistas.

Ambos surgiram explicando teorias at ento nuncaabordadas, como a teoria do valor, teoria do lucro, dentre outras alteraes.

Smith e Ricardo foram dois dos maiores pensadores j vistos pela economia moderna, ao lado de outros grandes estudiosos que surgiram posteriormente. Suas teorias so dignas de profundas anlises e reflexes e expressam o que de mais completo no contexto das teorias econmicas havia no sculo XVIII. Breve Histrico sobre Fisiocracia, Smith e Ricardo 2. Apesar de ter sido um movimento de oposio ao mercantilismo, a fisiocracia no se afastou totalmente do feudalismo, pois a Frana era um pas essencialmente agrrio.

Para os fisiocratas, a sociedade era regulada por uma ordem natural que rege a natureza fsica. Assim, se os homens no colocarem obstculos a essas leis a sociedade ir se configurar segundo um desenho necessrio, com leis que iro se impor automaticamente a todas as pessoas. Segundo esta escola, a sociedade pode ou no existir, mas existindo traz vantagens as pessoas que no poderiam ser obtidas de outra forma.

Uma destas vantagens a troca de mercadorias, que pode reduzir e integrar as atividades econmicas dos homens. Esta realidade o ponto de partida da anlise fisiocrtica. Para que possamos entender o motivo da crena fisiocrtica nas leis naturais, devemos nos voltar para a realidade francesa no sculo XVIII.

Era uma economia essencialmente agrria, com base na propriedade privada feudal; a economia j possua um carter capitalista, embora ainda fosse possvel encontrar camponeses nas provncias meridionais; as atividades realizadas nas cidades eram de carter artesanal; conviviam em uma mesma realidade as formas de produo agrcola camponesa e a capitalista, com destaque para esta ltima forma, que segundo os fisiocratas seria a forma mais desejvel e avanada para a poca.

Na fisiocracia a forma essencial do capitalismo s poderia se desenvolver totalmente nas atividades agrcolas, pois para eles apenas na agricultura que poderia haver um excedente. Pela sua formao acadmica e seus vastos conhecimentos do assunto, Smith foi o primeiro a criar um modelo abstrato totalmente coerente com a realidade econmica da poca. Via ligaes entre as classes sociais, o sistema de produo, o comrcio, a circulao de moeda, a distribuio da riqueza, dentre outros.

Com a deposio deTurgot como Ministro das Finanas e a publicao de A Riqueza das Naes de Smith em , tem fim a influncia dos fisiocratas e so introduzidos os princpios que serviro de base Escola Clssica.

Ao contrrio da fisiocracia, que se desenvolveu na Frana, Smith toma por base a Inglaterra, com sua realidade econmica j bem mais direcionada ao sistema manufatureiro, transformao que se consolidava na Inglaterra do sculo XVIII. Smith considerava a busca pela riqueza como um desejo de cada indivduo de melhorar. Pensava que o auto-interesse impelia os homens a buscar pelo melhor para si e conseqentemente acabavam proporcionando involuntariamente o melhor para os outros. No da benevolncia do aougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas da considerao que eles tmpor seus prprios interesses.

Na esfera econmica, isso propicia a diviso do trabalho e a acumulao de capital, dessa forma aumentando a produtividade. Enquanto terico, foi um dos mais rgidos em seus escritos. Escreveu sobre Economia Poltica e na criao de modelos abstratos que descrevessem de forma real as situaes vividas no capitalismo foi insupervel. Para Ricardo, a Economia Poltica era uma cincia que se ocupava da distribuio do produto social entre as trs classes que compunham a sociedade, sendo este produto dividido em renda, salrios e lucros, cada um correspondendo respectivamente aos proprietrios de terras, aos trabalhadores e aos capitalistas.

Ricardo trata em sua obra dos conflitos entre agricultores e industriais, e conclui que as reivindicaes dos capitalistas eram procedentes e deveriam ser atendidas. Embora fosse um homem rico, defendeu um imposto sobre o capital para liquidar a dvida nacional. Teoria do Valor Inicialmente Smith tentou formular sua teoria do valor com base no valor de uso e no valor de troca das mercadorias. Para ele um bem no tinha a possibilidade de ser trocado se no possusse um valor de uso, pois somente a capacidade de levar prazer ao usurio que poderia fazer um bem digno de ser trocado.

Caso contrrio ningum iria querer obt-lo. Um exemplo citado por Smith e que pode demonstrar claramente esta teoria. Nada mais til do que a gua; mas dificilmente se comprar alguma coisa com ela; dificilmente ela se trocar com alguma coisa.

Um diamante, pelo contrrio,dificilmente tem qualquer valor para uso, mas freqentemente uma quantidade muito grande de outros bens pode ser trocada por ele. Ele diz que quando uma pessoa um bem que pretende trocar e no fazer uso prprio, seu valor corresponde a quantidade de trabalho que o bem lhe d direito de trocar, ou seja, a quantidade de trabalho demandvel.

Segundo Smith, "o preo real de todas as coisas Partindo da teoria smithiana do valor, Ricardo elaborou sua teoria complementando com o que, segundo ele, faltava na de Adam Smith.

Para Ricardo o valor de uma mercadoria devia ser dado a partir do trabalho contido, ou seja, deveriam ser contabilizados os esforos realizados tambm para a produo dos instrumentos de trabalho e no apenas o trabalho realizado na produo final. A posio de Ricardo que Apesar de discordar em alguns pontos, Ricardo via na teoria de Smith algo que considerava correto para a formulao de sua teoria do valor: em uma economia capitalista simples, a quantidade de trabalho que uma mercadoria poderia colocar em movimento estava relacionada com a quantidade de trabalho contida nesta mercadoria, assim como no ato da troca de mercadorias, o trabalho contido em ambas seria considerado.

Outro princpio importante considerado por Ricardo para a precificao de uma mercadoria seria a satisfao que o produto poderia proporcionar a quem o adquirisse. Embora este no seja um item exclusivo na determinao do preo, era importante que fosse observado. H ainda um terceiro ponto que segundo ele era de extrema relevncia, a escassez. Alguns itens raros, como obras de arte, moedas velhas e livros clssicos teriam seu preo determinado unicamente pela sua escassez. Mas apesar destes dois pontos importantes citados por Ricardo, o valor de uma mercadoria deve ser indiscutivelmente dado pelo trabalho.

Ricardo entende por trabalho o trabalho acumulado, todo o trabalho necessrio para se chegar ao produto final gerador de riqueza. J a escola fisiocrtica no possua nenhuma teoria do valor. Adotam os valores das mercadorias como dados e a partir da desenvolvem suas idias. Ao analisarmos as teorias do valor de Smith e Ricardo devemos levar em considerao o perodo em que foram escritas. Hoje sabemos que existem teorias muito mais completas sobre o valor das mercadorias, mas a contribuio deixada por estes dois pensadores foi de fundamental importncia.

Foi partindo da teoria do valor de Smith que Ricardo analisou os pontos crticos e formulou uma nova teoria, mais completa. Enquanto Smith observou apenas a quantidade de tempo de trabalho gasto para valorar uma mercadoria, Ricardo foi alm a props que fosse considerado o trabalho contido na mercadoria, pois isto envolveria uma remunerao tambm ao trabalho utilizado na fabricao dos meios de produo, ou seja, seria contabilizado o trabalho acumulado das mercadorias.

Para o sculo XVIII, perodo em que estavam comeando a serem formuladas as primeiras teorias econmicas, este foi um grande avano. Os pensadores econmicos posteriores, como Karl Marx, por exemplo, apesar de possures uma linha de pensamento diferenciada se basearam nestas teorias para seguires seus estudos e anlises da sociedade econmica como um todo. Teoria da Renda da Terra Para Smith a renda produzida pela terra dependeria da localizao e da fertilidade da terra em questo. Quanto maior fosse a procura por determinado produto maior seria o preo que o produtor poderia exigir por ele.

O valor mnimo cobrado seria aquele necessrio a pagar salrios e gerar lucro. Deve-se observar que a renda entra na composio do preo dos bens de um modo diferente dos salrios e dos lucros. Salrios e lucros altos ou baixos so a causa de preos altos ou baixos; renda alta ou baixa seu efeito.

HUNT, p. J para David Ricardo o processo de formao da renda da terra ocorre de forma um pouco diferente. Para ele inicialmente so cultivadas as terras mais frteis e de melhor localizao, encontradas de forma ilimitada. Assim, no existe renda da terra, pois o produto obtido do trato da terra livre de qualquer custo. Todo valor recebido na venda da produo agrcola se constitui no lucro do capitalista que investiu seu capital. Se, com a continuao do processo de desenvolvimento, devemser cultivadas terras menos frteis e situadas em localizaes menos favorveis, verificar-se- que sobre uma dessas terras o mesmo produto de quarters poder ser obtido unicamente atravs de uma antecipao maior de capital digamos, quarters.

Como a fertilidade das terras agora menor, h necessidade de se investir uma quantidade inicial maior, o que faz com que o lucro final do produtor seja menor, pois a renda paga pelo uso da terra vai aumentando conforme h menos terras disponveis e os salrios pagos vo diminuindo porque o nmero de trabalhadores aumenta.

Para Ricardo a renda surge do aumento populacional, cuja expanso exige um aumento na produo de alimentos. Ainda que os proprietrios se recusassem a receber o pagamento da renda, o preo dos produtos originrios da terra no deixaria de subir, pois a presso demogrfica causada pelo aumento populacional fora o cultivo de ters menos frteis, incorporando cada vez mais trabalho e capital. Sob esta tica os nicos beneficiados seriam os proprietrios de terras, uma vez que tanto os lucros quanto os salrios diminuiriam progressivamente.

Com a ocorrncia deste fato, o trabalhador ficaria duplamente prejudicado, pois alm de conviver com a alta dos preos dos produtos agrcolas, tambm sofreria com a baixa dos salrios. Segundo Ricardo, " Essa teoria de Ricardo sobre a renda ficou conhecida como Teoria dos Rendimentos Decrescentes. Observando as teorias de Smith e a de Ricardo podemos perceber que Ricardo foi bem mais detalhista na elaborao de sua teoria, pois analisou com mais profundidadea ordenao das terras de cultivo,enquanto Smith no se ateve a estes detalhes.

Partindo deste princpio que foi mais fcil para Ricardo compreender o que aconteceria com as taxas de lucro dos produtores com o passar do tempo, o que no foi possvel a Smith.

Teoria da Distribuio Para os fisiocratas, a distribuio da renda na sociedade podia ser explicada pelo Tableau Economiqu, o qual consideravam ser sua maior contribuio para a cincia econmica. O Tableau descrevia a criao e a circulao da riqueza entre as trs classes sociais. O Tableau a primeira tentativa de explicao que surge em nvel macroeconmico, apesar de retratar uma economia fechada, sem comrcio exterior.

Segundo esta anlise o proprietrio de terras recebe o aluguel dos lavradores e estes contratam a mo-de-obra do trabalhador. O esquema analisa apenas o setor agrcola e considera que todas as trocas so feitas entre classes e no entre indivduos. O Tableau explica a criao do produto lquido, sua circulao entre as classes e sua reproduo no ano seguinte. No esquema a circulao da riqueza entre as classes depende do pagamento de renda a classe proprietria, que ao gastar esta quantia movimenta o processo de trocas.

No final, como todos dependem da produo agrcola, a riqueza acaba voltando para a classe proprietria e permite que seja iniciado um novo ciclo produtivo.

Inicialmente em sua teoria da distribuio, Smith comenta sobre o estabelecimento de um contrato entre trabalhador e empregador e deste acordo que seria estabelecido o salrio a ser pago ao trabalhador. Mas ainda assim, Smith ressaltava que este salrio deveria ser no mnimo aquele necessrio a sobrevivncia do trabalhador.

A longo prazo os salrios no deveriam ficar abaixo do nvel de subsistncia. Quando os salrios so maiores a populao tambm tende a crescer em um ritmo mais acelerado. Entretanto, ao contrrio de Malthus, Smith no possua uma viso pessimista deste crescimento, pois acreditava que com isso haveria tambm uma maior insero da classe operria no mercado de trabalho, possibilitando uma maior diviso do trabalho e conseqente especializao da produo.

Smith considera ainda que os lucros do capitalista esto intimamente ligados aos salrios, baixando quando estes baixam e aumentando quando estes se elevam. Uma possvel medida para um aumento salarial seria um aumento no estoque, pois este aumento geraria uma maior procura por mo-de-obra.

A diminuio na disponibilidade de mo-de-obra no mercado geraria concorrncia e conseqentemente faria com que os salrios subissem. Para Ricardo a composio da sociedade por classes sociais condicionante no desenvolvimento da vida econmica e deve ser objeto rigoroso de estudo. Segundo ele, as leis que regiam a distribuio eram o principal problema a ser explicado pela Economia Poltica.

A parcela do produto social atribuda aos salrios representava uma remunerao aos trabalhadores pela sua mo-de-obra; a parcela atribuda renda fundiria remunera a terra utilizada durante o processo produtivo; e por fim, a parcela do produto social que atribuda aos lucros remunera o capital investido no processo de produo.

Esta era a ordenao natural da distribuio da riqueza na sociedade capitalista para David Ricardo e segundo ela que se regulamentava todo o processo produtivo em uma economia capitalista.

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